segunda-feira, 5 de agosto de 2013

Na explosão do parlamento, ao som dos trompetes. O explodir em V de vitória, entre rosas, fogos de artifício. Imagine. A razão e desejo é ao mesmo tempo o fim. O seu fim. O nosso fim. As pernas entrelaçadas, ali, eram as rosas, cobrindo a união que se estraçalharia como o corpo. E era lindo. Os trompetes eram o abraço, os beijos eram os fogos de artifício. Explodindo em A, de amor. Um fim. O fim mais extraordinário que se podia. Desejar.